ENSAIO 4 - 31/mar/2012 - Vianinha - Primeiro ensaio com vídeo
1-) COMPOSIÇÃO 1: "O meu corpo é:"
- 5 minutos
- 1 objeto
- Trabalhar com repetição
- 1 momento de suspensão
- 1 referência ao universo infantil (Regra só para composição do Onaldo)
ONALDO:
objeto: gravata. Gravata simbolizando um falo, gravata do pai. Remete à atmosfera da cena 2, "freudiana", forte carga psicológica. A sexualidade deslocada de Gabriel. Musica: "Autotune autoerótico", Gal Costa, álbum Recanto. Fala: "O pai nunca soube dar nó em gravata. Eu adoro dar nó". Gravata roçando pelo corpo. Recuperação do repertório de ações dos ensaios anteriores (coçar, chupar, etc. ações de volúpia, investimento sexual). Início da composição com a seguinte fala: "1, 2, 3,Lá vou eu!"--> menção à regra de tempo da composição. Interessante porque menciona a ferramenta da composição, relação com a idéia da metalinguagem da peça.
objeto: gravata. Gravata simbolizando um falo, gravata do pai. Remete à atmosfera da cena 2, "freudiana", forte carga psicológica. A sexualidade deslocada de Gabriel. Musica: "Autotune autoerótico", Gal Costa, álbum Recanto. Fala: "O pai nunca soube dar nó em gravata. Eu adoro dar nó". Gravata roçando pelo corpo. Recuperação do repertório de ações dos ensaios anteriores (coçar, chupar, etc. ações de volúpia, investimento sexual). Início da composição com a seguinte fala: "1, 2, 3,Lá vou eu!"--> menção à regra de tempo da composição. Interessante porque menciona a ferramenta da composição, relação com a idéia da metalinguagem da peça.
A gravata como objeto das ações fisicas para Gabriel pode ser muitíssimo interessante. A gravata traz uma conotação simbólica legal, remet ao pai (que é citado ao longo da peça), remete à relação deslocada de Gabriel com sua sexualidade, e tambem em relação ao irmão (são gemeos, mas Miguel se diz mais velho. Nasceu 19 segundos antes). O desenvolvimento da relação com a gravata ao longo da peça pode gerar sentidos muito claros e fortes para o entendimento do percurso de Gabriel ao longo da peça. é o ponto que mais me chama atenção da composição do Oni, acho que dá um clado interessante. A gravata ajuda no percurso total de Gabriel ao longo da peça. Experimentar isto nos próximos ensaios.
A fala sobre o pai : "O pai nunca soube dar nó em gravata. Eu adoro dar nó", ela é muito interessante também. A mesma coisa com a fala "Aqui nesse formato", do ensaio anterior. Como a cena 2 é toda mental, como nela cabe muito a idéia de deslocamento dos componentes do universo mental, pode ser interessante pensar essa fala para a peça.
A musica da Gal é interessante também. Na composição da Oli, foi usada só o primeiro verso, "roço a minha voz no meu cabelo". Pensando na idéia de repetição da peça, e pensando no fato desta musica, assim como tod cd, ter uma onda meio eletronica, inclusive na voz dela, e, ainda, no fato da Gal ser um simbolo sexual importante, enfim, por essas coiss todas a musicas me traz uma determinada sensação. A pensar.
OLIVIA:
Corpo virtual, preso. Figurino: colã, meia calça na cabeça, o rosto branco vazando. Remete à idéia principal de Sasha que é um corpo virtual que sai da tela e pela primeira vez está em carne e osso em algum lugar, pela primeira vez está concreta em um espaço tridimensional. Assim como Oni, contagem do tempo (metalinguagem). Repetição em ações físicas: pés na ponta do pé (momento de suspensão), movimentos retos, duros. Corpo que se prepara para entrar em cena, corpo que se prepara para fazer algo. Objeto: desodorante. Objeto fálico tambem. Ação de masturbar no desodorante. O desodorante no corpo traz a idéia de corpo que se prepara, que se reveste de algo por cima da pele. Olivia com parede branca atrás, no mesmo ponto do espaço ao longo de toda a composição. Quem assiste fica muito próximo. Musica "Autotune Autoerótico" também.
Corpo virtual, preso. Figurino: colã, meia calça na cabeça, o rosto branco vazando. Remete à idéia principal de Sasha que é um corpo virtual que sai da tela e pela primeira vez está em carne e osso em algum lugar, pela primeira vez está concreta em um espaço tridimensional. Assim como Oni, contagem do tempo (metalinguagem). Repetição em ações físicas: pés na ponta do pé (momento de suspensão), movimentos retos, duros. Corpo que se prepara para entrar em cena, corpo que se prepara para fazer algo. Objeto: desodorante. Objeto fálico tambem. Ação de masturbar no desodorante. O desodorante no corpo traz a idéia de corpo que se prepara, que se reveste de algo por cima da pele. Olivia com parede branca atrás, no mesmo ponto do espaço ao longo de toda a composição. Quem assiste fica muito próximo. Musica "Autotune Autoerótico" também.
A idéia de ser um corpo se preparando para entrar em cena, se preparando para algo, se preparando para aparecer, para existir, enfim, um corpo que se preparara para algo, alem de ser claramente um corpo virtual e artificial, é interessante. Acho que a peça se inicia com uma introdução que coloca o espectador minimamente em contato com a questão Sasha Grey, e esta idéia de corpo que se prepara para pode ser uma boa. O fato de Oli estar num mesmo ponto do espaço ao longo de toda composição tambem é interessante.
LUQUINHAS:
no jardim interno da ECO. objeto: lençol branco. Ele deitado no alto de uma escada, quem assiste no alto da escada oposta, separada pelo pátio. Duas partes: na primeira, movimentos sexuais e de tensao no lençol branco: dormir, se mexer, se masturbar/se contorcer, se remexer. Imagem final: deitado de barriga pra baixo, lençol enrolado no corpo. Esta sequencia se repete algumas vezes. No segundo momento, vem em direção a quem assiste, fica muito próximo, e faz depoimento da mulher do Big Brother que foi estuprada pelo cara enquanto estava lá dentro.
no jardim interno da ECO. objeto: lençol branco. Ele deitado no alto de uma escada, quem assiste no alto da escada oposta, separada pelo pátio. Duas partes: na primeira, movimentos sexuais e de tensao no lençol branco: dormir, se mexer, se masturbar/se contorcer, se remexer. Imagem final: deitado de barriga pra baixo, lençol enrolado no corpo. Esta sequencia se repete algumas vezes. No segundo momento, vem em direção a quem assiste, fica muito próximo, e faz depoimento da mulher do Big Brother que foi estuprada pelo cara enquanto estava lá dentro.
Algumas coisas muito legais: a primeira é o fato de trazer um depoimento real, um fato: a mulher do Big Brother. A forma como isto foi trazido foi através de um depoimento, o que no trabalho em cima das composições com a câmera ganhou um sentido muito interessante: Enquanto Luquinhas dava o depoimento, Onaldo filmava quem assistia o depoimento. Isto criava um sentido muito especifico: a pessoa que era projetada na parede passava a ser a pessoa a qual Luquinhas se referia no depoimento. Alem disso, quem ouve o depoimento de luquinhas e nao é filmado fica entre olhar para ele e olhar para a pessoa que esta projetada na parede, ou seja, entre olhar para quem dá o depoimento no tempo presente e olhar para quem é projetado, que, embora tambem seja filmado no tempo presente, dá a leitura de ser a pessoa que realizou o ato no passado, o ato do estupro. Essa RELAÇÃO TEMPORAL é muito legal de ser investigada. Tem a ver com a idéia da suspensao. Esses dois focos, deixar o publico escolher para onde ele vai olhar, é interessante. Alem disso, o legal é que o que foi filmado acrescentou uma nova camada de significado para a relação que acontece em cena. O que também é ótimo é que a idéia de filmar um anonimo da plateia e foca-lo com a camera dialoga com a natureza do big brother, com a idéia de 15 minutos de fama daqueles anonimos de estao sendo filmados naquela casa. A camera filmando um qualquer passa uma idéia talvez de "poderia ser qualquer um", ou leva a um,a coisa de identificação, "poderia ser eu". Enfim, a pensar.
Outro ponto interessante foi o uso do lençol no jogo de intervir nas composições com a câmera. O lençol branco servia como suporte para a imagem, e possibilitava relações especificas entre o vídeo e a cena. o lençol escondia o corpo de luquinhas e outro corpo era projetado no lençol, por exemplo. Corpos se misturando. Cabeça de um com mao de outro, etc. Alem disso, o lençol é móvel e maleavel, ou seja, ode ser interessante de ser pensando para a cena também.
2- TRABALHO COM VÍDEO: primeiramente, intervir na composição do outro com a imagem filmada. A idéia é: a imagem acrescentando novos significados à composição, relações que podem ser de oposição, de reiteração, de desconexão, etc.
A-) Partir de pontos específicos: trabalhar distancia em relação ao objeto, velocidade da imagem, tempo-ritmo da imagem em relação ao tempo-ritmo da ação da cena e enquadramento. Trabalhar o que se filma e o COMO se filma.
B-) Trabalho com imagem e cena a partir de um sistema:
A estrutura-base para o jogo com video na peça é: A= ações / B = filma / C = dialoga com a imagem do video (A= Oli, B= Luquinhas, C= Onaldo)
SISTEMA:
A entra no espaço e propõe uma ação.
B só se locomove em linha reta (trabalho com linhas retas do ensaio 1 - Miguel)
C trabalha sempre no plano baixo (trabalho do ensaio 3, ações individuais - Gabriel). C só se relaciona com A através da imagem.
B faz perguntas à A e à C. C só responde com "sim" ou "não". A pode responder das seguintes formas:
- com palavra ("normalmente")
- propondo uma nova ação
- se locomovendo no espaço
Quando A se locomove no espaço, C xinga A.
O sistema acaba quando A pega a câmera e faz uma ação com ela.
3-) OBSERVAÇÕES SOBRE TRABALHO COM VÍDEO:
- Filmar o que não é foca da cena talvez seja mais interessante (observação Oni)
- Jogos de direção: a cena mostra o objeto em uma direção X e a camera em uma direção Y. Angulos.
- Jogo com profundidade campo (observação Yve). Na cena "material", Oni muito distante de Oli. Na imagem, eles estao lado a lado. Ou: Oli muito pequena na imagem (isto produz sentido. Yve fala de "Cidadão Kane", numa cena em que um personagem perde todo seu poder e ele aparece pequeno na imagem. Quando volta a ter poder, reaparece grande. A imagem produz sentido e o legal, aqui, é que pode cruzar com um sentido da cena não filmada)
- Recortes do corpo: a camera pegando partes do corpo. Interessa muito! Em um determinado momento, oli estava no centro e atras dela a imagem de um pé e de uma mao aumentados. O corpo de Sasha é questionado.
- Imagem muito próxima vira textura, abstrata.
- Imagem filmada vira fundo. Quando Em um determinado momento, Luquinhas filmava o chão. O chão vira fundo para quem esta em frente à imagem
- filmar trajetória reta de Luquinhas, filmar os pés
- Camera ao contrário: imagens de ponta-cabeça
- Irmãos exixbicionistas para a câmera. Eles esquecem Sasha, querem se mostrar para o video
- Oni pegar Luquinhas no colo e levantá-lo, Luquinhas com câmera na mão. Jogo de relação entre os irmãos.
- Corpos que se mesclam (o lençol branco da composição do Luquinhas ajuda nisso)
- Filmar o porjetor SONY (revela o mecanismo. metalinguagem)
- Filmar ações fisicas (Oni com gravata, por exemplo). Destaca, atraves da ação, o campo mental do personagem
- TRÊS BASES para a relação vídeo/cena: a-) Vídeo como registro (a narrativa já nos dá isso) b-) Vídeo como espaço mental (revelando a subjetividade dos personagens e idéias do tema da encenação). Quando a imagem passa de registro para campo mental. Isto está ligado à idéia de SUSPENSAO. Suspensao temporal e espacial. De umk momento pra outro, passa-se do espaço da casa dos irmãos para a mente de Gabriel, ou da casa dos irmãos para um filme porno de Sasha, ou da cada dos irmaos para um delírio sexual infnatil. (OBSERVAÇÃO: Esta peça talvez seja um delírio sobre o sexual e o virtual) c-) vídeos que revelam o uso do video como procedimento de feitura da cena. Os personagens filmam Sasha mas ao mesmo tempo são atores produzindo imagens exclusivamente para o video. Isto é muito sutil, mas revela uma dimensão interessante, a de que tudo é em função da produção de imagem. Revela tb que o video é um recurso da encenação e que é usado de forma "brincada", "jogada" entre os atores.
PENSAR: Qual a dramaturgia de cada personagem em relação a imagem filmada? Com ela se desenvolve ao longo da peça?
4-) PARA ESTUDAR: INSTRUMENTALIZAÃO COM VÍDEO (PONTOS DE VISTA DA CÂMERA)
- DISTÂNCIA: Distância entre câmera e objeto filmado (muito longe, longe, normal, perto, muito perto)
- DURAÇÃO: O tempo que eu permaneço filmando um mesmo objeto. O tempo que eu permaneço em um mesmo tempo
VELOCIDADE: O tempo-ritmo da imagem (muito rápido, rápido, normal, devagar, muito devagar) Relação com o modo com que eu filmo, o COMO eu filmo (tremido, parado, câmera fixa, amera estática, camera na mao, câmera no tripé, etc.)
REPETIÇÃO: Repetição de um mesmo quadro, de um mesmo objeto, de uma mesma ação, etc. Atentar sempre para os sentidos que a repetição pode gerar. OBS: A velocidade e a duração são instrumentos para sofisticar a repetição
TRAJETÓRIA - Percurso traçado no chão. A câmera criando um percurso, uma trajetória (Ex: filmar os pés de Luquinhas, trajetoria reta Isto revela uma situação dramática (ir até sasha grey, ir até a presa, e um traço do personagem: a linha reta, a cautela, etc)
TOPOGRAFIA: A planta-baixa. Câmera revelando a "maquete" do espaço (Ex: quando Oni filma seus pes e suas maos de cima, isto revela uma topografia micro, que só a imagem revela. Assistindo isto somente pela cena "material", não vejo esta topografia)
ARQUITETURA: Relação da câmera com o epsaço, com a arquitetura do lugar da filmagem (Ex: nos primeiros experimentos em cima das composições, Oni filmou a janela da Vianinha. Esta era projetada sobre o lençol que estava na frente do corpo de Luquinhas. Corpo-janela)
- Filmar o que não é foca da cena talvez seja mais interessante (observação Oni)
- Jogos de direção: a cena mostra o objeto em uma direção X e a camera em uma direção Y. Angulos.
- Jogo com profundidade campo (observação Yve). Na cena "material", Oni muito distante de Oli. Na imagem, eles estao lado a lado. Ou: Oli muito pequena na imagem (isto produz sentido. Yve fala de "Cidadão Kane", numa cena em que um personagem perde todo seu poder e ele aparece pequeno na imagem. Quando volta a ter poder, reaparece grande. A imagem produz sentido e o legal, aqui, é que pode cruzar com um sentido da cena não filmada)
- Recortes do corpo: a camera pegando partes do corpo. Interessa muito! Em um determinado momento, oli estava no centro e atras dela a imagem de um pé e de uma mao aumentados. O corpo de Sasha é questionado.
- Imagem muito próxima vira textura, abstrata.
- Imagem filmada vira fundo. Quando Em um determinado momento, Luquinhas filmava o chão. O chão vira fundo para quem esta em frente à imagem
- filmar trajetória reta de Luquinhas, filmar os pés
- Camera ao contrário: imagens de ponta-cabeça
- Irmãos exixbicionistas para a câmera. Eles esquecem Sasha, querem se mostrar para o video
- Oni pegar Luquinhas no colo e levantá-lo, Luquinhas com câmera na mão. Jogo de relação entre os irmãos.
- Corpos que se mesclam (o lençol branco da composição do Luquinhas ajuda nisso)
- Filmar o porjetor SONY (revela o mecanismo. metalinguagem)
- Filmar ações fisicas (Oni com gravata, por exemplo). Destaca, atraves da ação, o campo mental do personagem
- TRÊS BASES para a relação vídeo/cena: a-) Vídeo como registro (a narrativa já nos dá isso) b-) Vídeo como espaço mental (revelando a subjetividade dos personagens e idéias do tema da encenação). Quando a imagem passa de registro para campo mental. Isto está ligado à idéia de SUSPENSAO. Suspensao temporal e espacial. De umk momento pra outro, passa-se do espaço da casa dos irmãos para a mente de Gabriel, ou da casa dos irmãos para um filme porno de Sasha, ou da cada dos irmaos para um delírio sexual infnatil. (OBSERVAÇÃO: Esta peça talvez seja um delírio sobre o sexual e o virtual) c-) vídeos que revelam o uso do video como procedimento de feitura da cena. Os personagens filmam Sasha mas ao mesmo tempo são atores produzindo imagens exclusivamente para o video. Isto é muito sutil, mas revela uma dimensão interessante, a de que tudo é em função da produção de imagem. Revela tb que o video é um recurso da encenação e que é usado de forma "brincada", "jogada" entre os atores.
PENSAR: Qual a dramaturgia de cada personagem em relação a imagem filmada? Com ela se desenvolve ao longo da peça?
4-) PARA ESTUDAR: INSTRUMENTALIZAÃO COM VÍDEO (PONTOS DE VISTA DA CÂMERA)
- DISTÂNCIA: Distância entre câmera e objeto filmado (muito longe, longe, normal, perto, muito perto)
- DURAÇÃO: O tempo que eu permaneço filmando um mesmo objeto. O tempo que eu permaneço em um mesmo tempo
VELOCIDADE: O tempo-ritmo da imagem (muito rápido, rápido, normal, devagar, muito devagar) Relação com o modo com que eu filmo, o COMO eu filmo (tremido, parado, câmera fixa, amera estática, camera na mao, câmera no tripé, etc.)
REPETIÇÃO: Repetição de um mesmo quadro, de um mesmo objeto, de uma mesma ação, etc. Atentar sempre para os sentidos que a repetição pode gerar. OBS: A velocidade e a duração são instrumentos para sofisticar a repetição
TRAJETÓRIA - Percurso traçado no chão. A câmera criando um percurso, uma trajetória (Ex: filmar os pés de Luquinhas, trajetoria reta Isto revela uma situação dramática (ir até sasha grey, ir até a presa, e um traço do personagem: a linha reta, a cautela, etc)
TOPOGRAFIA: A planta-baixa. Câmera revelando a "maquete" do espaço (Ex: quando Oni filma seus pes e suas maos de cima, isto revela uma topografia micro, que só a imagem revela. Assistindo isto somente pela cena "material", não vejo esta topografia)
ARQUITETURA: Relação da câmera com o epsaço, com a arquitetura do lugar da filmagem (Ex: nos primeiros experimentos em cima das composições, Oni filmou a janela da Vianinha. Esta era projetada sobre o lençol que estava na frente do corpo de Luquinhas. Corpo-janela)
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